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domingo, 18 de abril de 2010
Pimenta - propriedades medicinais
Pimenta emagrece e reduz o colesterol
Fruto reúne uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope e vitaminas.
Uma pesquisa recém-concluída na Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) comprovou que a pimentadiminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil. Por duas semanas, um grupo de ratinhos recebeu, todos os dias, uma pequena dose de extrato de pimenta dedo-de-moça, a mais consumida no país.
No fim do período, sangue foi coletado e comparado com o de ratinhos que não receberam a pimenta.
O resultado impressionou os pesquisadores. “Nós tivemos uma redução bastante significativa, em torno de 45%, do colesterol total desses animais. Uma redução do colesterol total, tanto em humanos quanto em cobaias, mostra que há um risco menor do desenvolvimento de doença arterial coronariana ou aterosclerose”, diz a nutricionista da PUC-RS Márcia Keller Alves. Em outras palavras: menor risco de enfartes. O que reduziu quase pela metade a gordura do sangue nos ratinhos foi acapsaicina, o princípio ativo da pimenta, que dá a ela o gosto ardido. “É esse princípio ativo que faz com que a pimenta seja benéfica à saúde. Então, quanto mais picante mais capsiacina. E quanto mais capsiacina mais benefícios com o consumo da pimenta”, esclarece Márcia Keller Alves.
Capsaicina
A capsaicina atua em várias áreas do corpo: alivia dores de cabeça, controla os níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento da rinite alérgica. É, ainda até um aliado para quem quer entrar em forma: “É uma substância estimulante do metabolismo".
Foto: Flickr
Fruto reúne uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope e vitaminas.
Uma pesquisa recém-concluída na Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) comprovou que a pimentadiminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil. Por duas semanas, um grupo de ratinhos recebeu, todos os dias, uma pequena dose de extrato de pimenta dedo-de-moça, a mais consumida no país.
No fim do período, sangue foi coletado e comparado com o de ratinhos que não receberam a pimenta.
O resultado impressionou os pesquisadores. “Nós tivemos uma redução bastante significativa, em torno de 45%, do colesterol total desses animais. Uma redução do colesterol total, tanto em humanos quanto em cobaias, mostra que há um risco menor do desenvolvimento de doença arterial coronariana ou aterosclerose”, diz a nutricionista da PUC-RS Márcia Keller Alves. Em outras palavras: menor risco de enfartes. O que reduziu quase pela metade a gordura do sangue nos ratinhos foi acapsaicina, o princípio ativo da pimenta, que dá a ela o gosto ardido. “É esse princípio ativo que faz com que a pimenta seja benéfica à saúde. Então, quanto mais picante mais capsiacina. E quanto mais capsiacina mais benefícios com o consumo da pimenta”, esclarece Márcia Keller Alves.
Capsaicina
A capsaicina atua em várias áreas do corpo: alivia dores de cabeça, controla os níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento da rinite alérgica. É, ainda até um aliado para quem quer entrar em forma: “É uma substância estimulante do metabolismo".
Foto: Flickr
Não é permitido cópia do todo, porém se copiar parte deste texto como bibliografia, dê os devidos créditos: Autoria: Renata Fraia Créditos: www.saudecomciencia.com
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil License.
This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil License.terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Pimentas – muitos tipos, muitas opções
Rosa Lía Barbieri
Elisabeth Regina Tempel Stumpf
A palavra pimenta é usada indistintamente para descrever o conhecido condimento picante. Na verdade, este condimento pode ser elaborado com frutos de vários tipos de plantas que têm origens muito diferentes. A confusão, no entanto, pode ser facilmente desfeita quando é conhecido o nome científico da planta ou mesmo quando se sabe a que família botânica a planta pertence.
Entre as tantas pimentas conhecidas, estão as do gênero Capsicum, da família Solanaceae: Capsicum baccatum, Capsicum annuum, Capsicum frutescens, Capsicum chinense e Capsicum pubescens. Os frutos são conhecidos por um grande número de nomes populares, com destaque para pimenta vermelha, pimenta dedo-de-moça, pimenta malagueta, pimenta-de-cheiro e pimenta comari. Possuem como característica marcante a presença de capsaicina, a substância responsável pela pungência (ardência) característica, cujo grau varia de acordo com a espécie. Originárias das Américas, tornaram-se mundialmente conhecidas após as viagens de Cristóvão Colombo ao continente americano, no século 15.
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| Pimenta vermelha (gênero Capsicum) Crédito: Rosa Lía Barbieri |
A pimenta-do-reino, conhecida também como pimenta-preta ou pimenta-branca, é o fruto de uma planta trepadeira, nativa da Ásia, chamada Piper nigrum, que pertence à família Piperaceae. Os frutos dessa planta sofrem diferentes tipos de processamento, resultando como produtos a pimenta-do-reino preta e a pimenta-do-reino branca. Muito valorizada na Antiguidade pelos indianos e pelos egípcios, a pimenta-do-reino foi alvo de intenso comércio envolvendo árabes e europeus, que iam até a Índia, por terra ou por mar, para buscá-la. Na época das Grandes Navegações promovidas por Portugal e Espanha, a pimenta-do-reino chegou a ser vendida a peso de ouro na Europa e ser aceita como moeda, tal a importância que tinha para a conservação dos alimentos, especialmente as carnes.
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Pimenta-do-reino preta e pimenta-do-reino branca (Piper nigrum) Crédito: Rosa Lía Barbieri |
Os grãos-do-paraíso, também chamados de malagueta, com sabor acre e picante, pertencem a uma espécie africana, Aframomum melegueta, da família Zingiberaceae. Era a pimenta que os povos escravizados trazidos para o Brasil a partir do século 16 conheciam. Esses povos, ao chegarem aqui, tiveram contato com as pimentas do gênero Capsicum e, pela semelhança no sabor, passaram a chamá-las também de malagueta.
A pimenta-rosa é fruto da espécie arbórea Schinus terebinthifolius, nativa da América tropical, e pertencente à família Anacardiaceaea. É abundante na região Sul do Rio Grande do Sul, onde é popularmente conhecida como aroeira-vermelha, periquiteira ou aroeira-mansa. Embora ocorra no Brasil, seu uso na culinária nacional não é tão comum como em outros países. De sabor leve e suave, foi introduzida na cozinha européia com o nome de poivre rose; seus frutos, inteiros ou moídos, são empregados em diversas preparações.
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Ramos com frutos de pimenta-rosa (Schinus terebinthifolius) Crédito: Rosa Lía Barbieri |
No cerrado brasileiro há uma espécie arbórea chamada de pimenta-de-macaco, cujas sementes, escuras e rugosas, possuem sabor acentuado, explorado para a condimentação de carnes. Também conhecida como pimenta-de-negro ou pindaíba, Xylopia aromatica pertence à família Annonaceae e é usada basicamente na culinária regional, sendo pouco difundida fora do seu local de origem.
Elisabeth Regina Tempel Stumpf é Eng. Agr., Dra. em Agronomia
Reprodução autorizada desde que citado a autoria e a fonte
Dados para citação bibliográfica(ABNT):
BARBIERI, R.L.; STUMPF, E.R. Pimentas – muitos tipos, muitas opções. 2009. Artigo em Hypertexto. Disponível em: <http://www.infobibos.com/Artigos/2009_4/pimentas/index.htm>. Acesso em: 26/1/2010
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- Luis Guerreiro
- * Integrando a equipe de preparação dos vários Detoxes de Tony Samara - Portugal - 2009
- * Consultor de Alimentação Viva do Spa Natural Alma Verde - Foz do Iguaçu-PR - Junho, Julho 2008.
- * Apresentação de pratos vivos - 23º Congresso Internacional de Educação Física - FIEP 2008 - Foz do Iguaçu/PR
- * Consultor e Árbitro da FDAP - Federação de Desportos Aquáticos do Paraná - Novembro de 2007 a Maio 2008 - Foz do Iguaçu-PR
- * Criação do Instituto IDEIAS - Foz do Iguaçu - Outubro de 2007.
- * Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação. - IPEC. Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso de Ecovilas e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso. Início: Outubro de 2007.
- * Curso de Alimentação Viva- Restaurante Girassol - Ros Ellis Moraes (nutricionista) e Jacqueline Stefânia (nutricionista) - Agosto de 2007 - Brasilia-DF
- * Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação.
- IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Actuação: Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso do SEBRAE e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso - Agosto de 2007. Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
- * Administração dos Serviços de Alimentação.
- IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Atuação: Curso Bioconstruindo - administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os dias de curso.
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- * Palestra sobre Alimentação Viva - Maçonaria - Julho 2007 - Belo Horizonte-MG - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
- * Oficina de Alimentação Viva "Nutriviva" com a Nutricionista Jacqueline Stefânia Pereira e a professora de Hatha Yoga, Ana Virgínia de Azevedo e Souza - Junho 2007 - Belo Horizonte -MG




