quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

EM - Microorganismos Eficazes


O que são?
EM (EM-4 ou EM-5) ou microrganismos eficazes são um conjunto de microrganismos que vivem no solo naturalmente fértil. Nele coexistem mais de 10 gêneros e 80 espécies de microrganismos chamados de eficazes pois agem no solo, fazendo com que a sua capacidade natural tenha plena ação.

Pode-se dizer que o EM é constituído basicamente por quatro grupos de microrganismos que são:
Leveduras: sintetizam substâncias antimicrobianas e outras substâncias necessárias ao crescimento da planta, a partir de aminoácidos e açúcares secretados pela bactéria fotossintética, pela matéria orgânica e pelas raízes das plantas. As substâncias bioativas, tais como hormônios e enzimas produzidas pelas leveduras, provocam atividade celular e divisão de raízes.
Actinomicetos: controlam fungos e bactérias patogênicas e também conferem às plantas maior resistência aos mesmos, através do contato com patógenos enfraquecidos.
Bactérias produtoras de ácido lático: produzem ácido de açúcares e de outros carboidratos desenvolvidos pela bactéria fotossintética e pela levedura. A bactéria do ácido lático é um forte composto esterilizante que elimina microrganismos nocivos, melhora a decomposição da matéria orgânica e ainda promove a fermentação e a decomposição de materiais tais como lignina e celulose. Ela também tem a capacidade de eliminar microrganismos que induzem a doenças, como o Fusarium, que se desenvolve em colheitas contínuas.
Bactérias fotossintetizantes: ou fototrópica são um grupo de micróbios independentes e autônomos. Essas bactérias sintetizam substâncias úteis da secreção de raízes, matéria orgânica e/ou gases nocivos (hidrogênio sulfurado), usando a luz do sol e o calor do solo como fontes de energia. As substâncias úteis desenvolvidas por esses micróbios incluem aminoácidos, ácido nucléicos, substâncias bioativas e açúcares, que impulsionam o crescimento da planta.
Porque usar?
Na natureza, nos solos intocados pelo homem, observasse uma interação natural através da reciclagem de matéria orgânica pelos microrganismos do solo aumentado assim, entre outros fatores, a fertilidade do mesmo.
Já em solos cultivados pelo homem, como o tempo e o mau uso, a degradação é eminente, levando o solo ao esgotamento e ao desequilíbrio da flora microbiana do mesmo. Esse desequilíbrio da flora microbiana favorece o aumente predominante dos microrganismos degenerativos, que produzem no seu metabolismo primário amônia, sulfeto de hidrogênio, mercaptana, entre outros, e que, por estarem em desequilibrio, são desfavoráveis ao desenvolvimento do vegetal, favorecendo o aparecimento de pragas e doenças. A matéria orgânica contida no solo é então decomposta pelos microrganismos degenerativos gerando gases e calor, poluindo ambiente, gerando compostos inorgânicos e contribuindo para a compactação do solo.
Com a introdução de EM no solo, que são microrganismos regenerativos, que produzem substâncias orgânicas úteis às plantas como enzimas, aminoácidos, ácidos nucléicos, etc …, e no seu metabolismo secundário podem produzir hormônios e vitaminas, ocorre uma melhora nas propriedade físicas, químicas e biológicas. As substâncias liberadas pelos microrganismos ainda exercem, direta ou indiretamente, influência positiva no crescimento da planta. Com o uso do EM teremos novamente o equilíbrio da vida do solo.
Benefícios do uso:
- melhoram a capacidade fotossintética das plantas;
- aumentam a eficácia das matérias orgânicas como fertilizantes;
- melhoram os aspectos físico, químico e biológico do solo;
- eliminam doenças e patógenos do solo;
- fermentam matéria orgânica ao contrário de deteriorá-la. Assim, qualquer tipo de matéria orgânica pode ser usada para fazer composto com EM, já que não há produção de odores ofensivos;
- decompõem matéria orgânica rapidamente, uma vez incorporada no solo;
- facilitam a liberação de quantidades maiores de nutrientes para as plantas.
Alem disso, experiências no campo, têm demonstrado uma uniformidade na germinação de sementes em solos tratados com EM. Em áreas infestadas com plantas invasoras, após a capina e a pulverização com EM e a incorporação ao solo, as mesmas funcionam como fertilizante.
Alguns usuários e pesquisadores atribuem efeito herbicida ao EM-4 e efeitos fungicida e inseticida ao EM-5.
Como produzir:
Para fazer o EM-4 basta cozinhar uns 3 a 4 copos americanos de arroz sem óleo ou temperos até que ele fique bem papa mesmo, tipo unidos venceremos. Coloque essa papa em uma mata sob as folhas caídas no chão (se quiser enterrar um pouco, melhor) e deixe lá por 1 semana +ou-. Colete o arroz e retire os bolores/fungos de coloração preta e cinza, deixando somente os coloridos e de cor clara. Agora basta misturar com uns 5 litros de água (sem cloro) + um pouco de farelo de arroz e 1 litro de caldo de cana e você já tem seu EM-4. Opcionalmente você pode misturar um potinho de Yakult para complementar os lactobacilus do EM-4. Guarde essa mistura à sombra em um local fresco e ventilado.
Onde e como usar:
- inoculação em sementes (use somente sementes que não foram tratadas com fungicidas): deixar de molho de 10 minutos em solução a 1ml de EM por litro de água (1:1000), deixar secar a sombra e plantar. Outra opção é peletizar as sementes banhando-as com uma solução de 1:100 de EM + biofertilizante e envolvendo-as em cinza ou em uma mistura de farelos (de arroz, soja, manona, osso, peixe, etc…)
- preparo de solo ou berço (cova é de defunto :D ): misture matéria orgânica vegetal (mato, adubação verde, etc…) com ½ de farinha de osso (200 g/m2) + ½ farelo de arroz (200 g/m2) a terra. Molhar BEM o terreno/leiras com uma solução de EM + caldo de cana + água a 1:1:1000 por m2 (em solos muito pobre pode-se usar até 1:1:300). Cobrir o solo com palha ou capim. Se você tiver pressa, após 10 dias pode-se fazer o plantio das sementes ou transplante das mudas. O ideal é aguardar 3 meses para usar o berço e, uma semana antes de plantar, regar com uma solução de EM a 1:1000.
- pulverizações foliares: fazer uma solução de EM + caldo de cana + água a 1:1:1000 e fazer pulverizações foliares semanalmente até observar uma melhora na estrutura do solo e na saúde das plantas, então pulverize quinzenalmente.
- preparos de compostos: fazer os montes de no máximo 1 metro de altura, regar com uma solução de EM a 1:100. Proceder os tratos para como em uma compostagem normal. Não deixar que a temperatura sua alem de 55ºC, caso isso venha a acontecer, revolver o monte. Ao revolver, caso o monte apresente mau cheiro, regar novamente com a solução de EM indicada acima. Dependendo das condições ambientes, do material usado para compostar e do local o composto poderá ficar pronto em 15 dias, no mínimo.
Dicas e cuidados:
- Não espere resultados imediatos. O EM é um organismo vivo e, para atuar sobre a matéria orgânica, tem que, primeiro, se adaptar ao solo para, aos poucos, ir recuperando-o;
- Utilizar a solução (EM + caldo de cana + água) no mesmo dia de preparo;
- Não pulverizar em horário de sol forte, fazer as pulverizações no final da tarde ou em dias nublados;
- No caso de queimar as bordas das folhas, utilizar uma concentração menor, 1 ml para 2 litros de água;
- Não utilizar água tratada com cloro. Nesse caso separar um recipiente com água e ou deixar - descansar por 24 horas ou use declorante comercial antes de misturar o EM;
- A aplicação de EM só terá bom resultado se observada outras técnicas da Agricultura Orgânica, como: cobertura do solo com palha, adição de matéria orgânica (adubação verde, compostagem, biofertilizante), um bom manejo conservacionista do solo, rotação e consorciação de culturas, entre outras práticas.
Fontes:
- Documento eletrônico: Bases para a produção de Café Orgânico, de Vanessa Cristina de Almeida Theodoro, Ivan Franco Caixeta e Sérgio Pedini;
- CEPAGRI. Agricultura alternativa ecológica. Livro Verde. Caçador. Santa Catarina.
- VALE, F.R. do; GUEDES, G.A. de A.; GUILHERME, L.R.G. Manejo da fertilidade do solo.. Lavras: UFLA/FAEPE, 1995.
- Fundação Mokiti Okada. Introdução a Agricultura Natural. São Paulo, SP, 1982.
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Reprodução de artigo original, disponível em: [ Mungo-Verde ]



Recuperando Terras Esgotadas com Coquetel de Sementes



degradado - degradado


Para recuperar terras esgotadas, empobrecidas pelas monoculturas, queimadas, erosão, etc, existe um sistema muito eficiente de recuperação, desenvolvido pelo engenheiro agrônomo René Piamonte, do Instituto Biodinâmico de Botucatu, SP.

Nesse sistema, misturam-se vários tipos de sementes para serem semeadas noverão/outono.
Por exemplo:
- 20 kg de milho;
- 10 kg de mucuna preta;
- 10 kg de feijão de porco;
- 10 kg de lab lab;
- 10 kg de guandú
- 10 kg de girassol
- 5 kg de crotalária;
- 5 kg de mamona;
- 5 kg de feijão catador
- 4 kg de painço
- 4 kg de leucena;
- 4 kg de calopogonio;
- 5 kg de soja;
- 4 kg de sorgo
- 2 kg de mileto;
- 0,5 kg de abóbora;
- 2 kg de nabo, etc.
A mistura pode variar conforme a disponibilidade, o preço e a região. A mistura acima é indicada para mais ou menos 1 ha, aproximadamente 100 kg. Se for possível encontrar, recomenda-se misturar alguns inoculantes específicos para leguminosas e 5 kg de fosfato natural como o Araxá ou Yoorin e água suficiente para peletizar as sementes. Deixar secar por algumas horas. A semeação deve ser feita a lanço, em terra bem preparada e calcareada, se necessário, e a incorporação com grade leve ou dependendo da área, com rastelo.
A eliminação do coquetel pode ser realizada com aproximadamente 150 dias, no início do florescimento da mucuna preta, colhendo antes manualmente o milho e o girassol. A produção de massa verde será de 50 a 70 ton/ha.
Também é possível deixar o ciclo das plantas finalizar, com o objetivo de colher as sementes. Assim a produção de massa verde será de 100 a 150 ton/ha. A incorporação pode ser feita superficialmente, com grade em caso de plantio de plantas de porte grande. Em culturas menores, que precisam ser semeadas em canteiros, deve ser usada a enxada rotativa. Quando se incorpora mais profundamente, deve-se deixar a massa verde mais tempo (30 a 60 dias) para se decompor antes da semeação.
A idéia de misturar vários tipos de plantas é como se fosse uma floresta tropical criada em 5 a 6 meses. Cada tipo de planta em um sistema de raízes diferente. O conjunto de raízes explora cada cm cúbico do solo e subsolo fazendo uma extratificação do solo. Cada planta tem uma capacidade diferente de extrair os minerais. O conjunto de plantas traz de volta todo complexo de elementos perdidos que as próximas culturas precisam.*
Para o outono e início de inverno podemos semear uma mistura mais adaptada ao frio e a dias mais curtos, por exemplo:
- nabo 2 a 4 kg;
- cereais do inverno como aveia, centeio, cevada, trigo, triticali, trigo morisco, totalizando mais ou menos 60 kg;
- milho 20 kg;
- girassol 4 kg;
- soja 15 kg;
- sorgo 5 kg;
- milheto 2 kg;
- abobora e sobras de sementes de verduras 3 kg etc.
No sul pode se pensar em trevo, tremoso, alfafa, mostarda, etc. No Inverno a cultura deve ser irrigado. Irrigar uma vez para nascer e mais duas vezes durante o ciclo é suficiente.
Além da extratificação do subsolo, o coquetel faz milagres na superfície também. Com a grande diversidade de plantas obtém-se uma grande diversidade de insetos formando um equilíbrio para o controle das pragas nas culturas seguintes.
* Em Botucatu conseguiram plantar várias culturas de verdura em seguida, sem precisar de incorporação de esterco. As análises do solo antes e depois mostraram uma boa melhora no pH, P, K, Ca, Mg , microelementos e material orgânico.
Fonte: Instituto Biodinânico http://www.ibd.com.br/
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Reprodução de artigo original, disponível em: [ Mungo-Verde ]



Jardins Verticais...podem ser comestiveis



Você tem uma parede que recebe sol por várias horas do dia, mas não sabe o que fazer com ela? Quer uma sugestão?

plantas na parede - plantas na parede

Depois que vi essa imagem na Internet eu fiquei imaginando como fazer para irrigar de forma automática. Pequenas mangueiras com furos para gotejamento funcionariam? Um espargidor bem potente?
Basicamente na parede foi colocada uma tela de arame e os vasos foram pendurados com ganchos.
Não sei quanto a vocês, mas eu quero uma dessa lá em casa… Fiquei pensando em temperos, ervas aromáticas…
Não é legal?

Fonte: Tudo Sobre Plantas

Brasil testa maconha para tratar Parkinson



5nov00 - 5nov00
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.

Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.

“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.

Outro estudo com dez pacientes, que será publicado em 2010, demostrou que o canabidiol tem efeito ansiolítico contra a fobia social, que gera sintomas como medo de falar em público. Os voluntários receberam a substância uma hora e dez minutos antes de um teste que leva à ansiedade e placebo, para comparar os resultados.

Por causa desses efeitos, pacientes costumam procurar a erva, ainda que sem conhecer as propriedades dos compostos específicos, para se sentirem melhor. Estudos mostram que veteranos de guerra consomem mais maconha, assim como pessoas com transtornos psiquiátricos, em comparação com a população em geral.

“Pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo e com mania dizem que podem ouvir do médico os melhores argumentos para pararem de usar maconha, mas não vão parar porque se sentem nitidamente melhor. Mas é obviamente desaconselhável o uso não terapêutico da erva, porque pode piorar os sintomas psicóticos. É um paradoxo, porque as substâncias podem ajudar a tratar problemas, mas quem fuma não sabe o que está inalando, desconhece a proporção dos compostos”, diz Crippa.

Dificuldades

No Brasil, não há autorização para o uso terapêutico de nenhuma substância derivada da Cannabis sativa (nome científico da maconha). Mas em outras partes do mundo tanto o canabidiol quanto o TCH (delta 9 tetrahidrocanabinol) -os compostos derivados da erva mais estudados- são utilizados para tratar também dores neuropáticas, náusea e vômito causadas por quimioterapia e esclerose múltipla.

Eles são disponíveis em forma de cápsulas, spray bucal e adesivo e podem ser inalados -em alguns estados dos EUA, pacientes são autorizados a fumar maconha com teores mais elevados de TCH para tratar algum problema.

Elisaldo Carlini, psicofarmacologista e diretor do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), da Unifesp, afirma que é muito difícil importar o material necessário para pesquisas. “Em termos de lei, está tudo na estaca zero. Por aqui, não se reconhece a maconha como remédio de jeito nenhum”, diz.

Para tentar organizar o estudo sobre o uso medicinal da maconha no Brasil, o Cebrid organizará em maio de 2010 um simpósio que reunirá pesquisadores, sociedades científicas e representantes do governo.

Pesquisadores defendem a criação da Agência da Cannabis Medicinal, uma exigência da ONU para que um país possa usar clinicamente os medicamentos à base de derivados da erva. A agência seria vinculada ao Ministério da Saúde.

“Não tenho nenhuma dúvida de que a maconha é importante. No passado, foi considerada um dos principais produtos para combater dores miopáticas, chamavam-na de divindade da neurologia. Mas não se pode usar a torto e a direito sem indicação médica. O controle é importante”, afirma Carlini.

Fonte: [ Folha Online ]

Bolívia lança refrigerante de folha de coca


O governo boliviano produzirá um refrigerante energizante feito com a folha de coca chamado "Coca Colla", segundo anunciaram, nesta quarta-feira, o vice-ministro da Coca, Jerónimo Meneses, e o vice-ministro de Desenvolvimento Rural, Víctor Hugo Vázquez.

Meneses mostrou um modelo da garrafa à imprensa local e afirmou que o governo apoia este projeto apresentado pelos produtores da folha de coca da região do Chaparé, no departamento (equivalente a Estado) de Cochabamba, no centro do país.

"Trata-se de uma iniciativa privada para produzir um energizante com a folha de coca. Mas nos interessa, como Estado, a industrialização da coca", disse Vázquez.

A intenção do governo do presidente Evo Morales seria formar uma empresa mista com alguma empresa privada, informou a imprensa local. Vázquez lembrou que já existem na Bolívia chás, doces e licores confeccionados com este produto.

Preocupação
A folha de coca é definida como "sagrada" pelos indígenas que tradicionalmente a utilizam em rituais ou para consumo.

No entanto, segundo dados das Nações Unidas, a área de cultivo do vegetal, que também pode ser usado para a fabricação de cocaína, teria aumentado no país nos últimos tempos.

Atualmente a produção da folha de coca no território boliviano desperta preocupação tanto de autoridades brasileiras como americanas.

A Polícia Federal brasileira estima que 80% da pasta de cocaína consumida no Brasil seja de origem boliviana. Mas o governo afirma que o combate à plantação ilegal aumentou.

Combate às drogas
Nesta quinta-feira, Morales criticou a decisão dos Estados Unidos de não ter prorrogado a Lei de Preferências Tarifárias Andinas e Erradicação de Drogas (ATPDEA, na sigla em inglês) para a Bolívia.

Em comunicado divulgado nesta semana, a Casa Branca informou que prorrogará a medida até dezembro de 2010 para Peru, Colômbia e Equador. Mas afirmou que a Bolívia "deve melhorar a cooperação" no combate às drogas antes de voltar a ter o privilégio econômico.
"É uma vingança política de um governo que não aceita que um país pequeno defenda sua soberania e expulse um embaixador que se meteu nos nossos assuntos internos", disse Morales.

A ATPDEA beneficiava, principalmente, o setor têxtil, entre outros, exportados para o mercado americano.

Evo Morales expulsou, em 2008, o embaixador americano e a agência da DEA do país, argumentando que estes teriam participado de um "complô" contra seu governo.

O retorno da DEA à Bolívia seria, segundo Morales, uma condição dos Estados Unidos para devolver as preferências à Bolívia.

"Mas a DEA não voltará à Bolívia. E não aceitamos essas condições e imposição", disse.

O líder boliviano reconheceu que caiu o nível de exportações ao mercado americano, mas afirmou que este aumentou "mais ainda" para a Venezuela.

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Luis Guerreiro
* Integrando a equipe de preparação dos vários Detoxes de Tony Samara - Portugal - 2009
* Consultor de Alimentação Viva do Spa Natural Alma Verde - Foz do Iguaçu-PR - Junho, Julho 2008.
* Apresentação de pratos vivos - 23º Congresso Internacional de Educação Física - FIEP 2008 - Foz do Iguaçu/PR
* Consultor e Árbitro da FDAP - Federação de Desportos Aquáticos do Paraná - Novembro de 2007 a Maio 2008 - Foz do Iguaçu-PR
* Criação do Instituto IDEIAS - Foz do Iguaçu - Outubro de 2007.
* Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação. - IPEC. Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso de Ecovilas e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso. Início: Outubro de 2007.
* Curso de Alimentação Viva- Restaurante Girassol - Ros Ellis Moraes (nutricionista) e Jacqueline Stefânia (nutricionista) - Agosto de 2007 - Brasilia-DF
* Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação.
IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Actuação: Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso do SEBRAE e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso - Agosto de 2007. Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
* Administração dos Serviços de Alimentação.
IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Atuação: Curso Bioconstruindo - administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os dias de curso.
BIOCONSTRUINDO - Julho 2007 - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
* Palestra sobre Alimentação Viva - Maçonaria - Julho 2007 - Belo Horizonte-MG - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
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