EM - Microorganismos Eficazes
- aumentam a eficácia das matérias orgânicas como fertilizantes;
- melhoram os aspectos físico, químico e biológico do solo;
- eliminam doenças e patógenos do solo;
- fermentam matéria orgânica ao contrário de deteriorá-la. Assim, qualquer tipo de matéria orgânica pode ser usada para fazer composto com EM, já que não há produção de odores ofensivos;
- decompõem matéria orgânica rapidamente, uma vez incorporada no solo;
- facilitam a liberação de quantidades maiores de nutrientes para as plantas.
Alguns usuários e pesquisadores atribuem efeito herbicida ao EM-4 e efeitos fungicida e inseticida ao EM-5.
- Utilizar a solução (EM + caldo de cana + água) no mesmo dia de preparo;
- Não pulverizar em horário de sol forte, fazer as pulverizações no final da tarde ou em dias nublados;
- No caso de queimar as bordas das folhas, utilizar uma concentração menor, 1 ml para 2 litros de água;
- Não utilizar água tratada com cloro. Nesse caso separar um recipiente com água e ou deixar - descansar por 24 horas ou use declorante comercial antes de misturar o EM;
- A aplicação de EM só terá bom resultado se observada outras técnicas da Agricultura Orgânica, como: cobertura do solo com palha, adição de matéria orgânica (adubação verde, compostagem, biofertilizante), um bom manejo conservacionista do solo, rotação e consorciação de culturas, entre outras práticas.
- CEPAGRI. Agricultura alternativa ecológica. Livro Verde. Caçador. Santa Catarina.
- VALE, F.R. do; GUEDES, G.A. de A.; GUILHERME, L.R.G. Manejo da fertilidade do solo.. Lavras: UFLA/FAEPE, 1995.
- Fundação Mokiti Okada. Introdução a Agricultura Natural. São Paulo, SP, 1982.
Recuperando Terras Esgotadas com Coquetel de Sementes
- 10 kg de mucuna preta;
- 10 kg de feijão de porco;
- 10 kg de lab lab;
- 10 kg de guandú
- 10 kg de girassol
- 5 kg de crotalária;
- 5 kg de mamona;
- 5 kg de feijão catador
- 4 kg de painço
- 4 kg de leucena;
- 4 kg de calopogonio;
- 5 kg de soja;
- 4 kg de sorgo
- 2 kg de mileto;
- 0,5 kg de abóbora;
- 2 kg de nabo, etc.
- cereais do inverno como aveia, centeio, cevada, trigo, triticali, trigo morisco, totalizando mais ou menos 60 kg;
- milho 20 kg;
- girassol 4 kg;
- soja 15 kg;
- sorgo 5 kg;
- milheto 2 kg;
- abobora e sobras de sementes de verduras 3 kg etc.
Jardins Verticais...podem ser comestiveis
Fonte: Tudo Sobre Plantas
Brasil testa maconha para tratar Parkinson
da Folha de S.Paulo
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.
Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.
“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.
Outro estudo com dez pacientes, que será publicado em 2010, demostrou que o canabidiol tem efeito ansiolítico contra a fobia social, que gera sintomas como medo de falar em público. Os voluntários receberam a substância uma hora e dez minutos antes de um teste que leva à ansiedade e placebo, para comparar os resultados.
Por causa desses efeitos, pacientes costumam procurar a erva, ainda que sem conhecer as propriedades dos compostos específicos, para se sentirem melhor. Estudos mostram que veteranos de guerra consomem mais maconha, assim como pessoas com transtornos psiquiátricos, em comparação com a população em geral.
“Pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo e com mania dizem que podem ouvir do médico os melhores argumentos para pararem de usar maconha, mas não vão parar porque se sentem nitidamente melhor. Mas é obviamente desaconselhável o uso não terapêutico da erva, porque pode piorar os sintomas psicóticos. É um paradoxo, porque as substâncias podem ajudar a tratar problemas, mas quem fuma não sabe o que está inalando, desconhece a proporção dos compostos”, diz Crippa.
Dificuldades
No Brasil, não há autorização para o uso terapêutico de nenhuma substância derivada da Cannabis sativa (nome científico da maconha). Mas em outras partes do mundo tanto o canabidiol quanto o TCH (delta 9 tetrahidrocanabinol) -os compostos derivados da erva mais estudados- são utilizados para tratar também dores neuropáticas, náusea e vômito causadas por quimioterapia e esclerose múltipla.
Eles são disponíveis em forma de cápsulas, spray bucal e adesivo e podem ser inalados -em alguns estados dos EUA, pacientes são autorizados a fumar maconha com teores mais elevados de TCH para tratar algum problema.
Elisaldo Carlini, psicofarmacologista e diretor do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), da Unifesp, afirma que é muito difícil importar o material necessário para pesquisas. “Em termos de lei, está tudo na estaca zero. Por aqui, não se reconhece a maconha como remédio de jeito nenhum”, diz.
Para tentar organizar o estudo sobre o uso medicinal da maconha no Brasil, o Cebrid organizará em maio de 2010 um simpósio que reunirá pesquisadores, sociedades científicas e representantes do governo.
Pesquisadores defendem a criação da Agência da Cannabis Medicinal, uma exigência da ONU para que um país possa usar clinicamente os medicamentos à base de derivados da erva. A agência seria vinculada ao Ministério da Saúde.
“Não tenho nenhuma dúvida de que a maconha é importante. No passado, foi considerada um dos principais produtos para combater dores miopáticas, chamavam-na de divindade da neurologia. Mas não se pode usar a torto e a direito sem indicação médica. O controle é importante”, afirma Carlini.
Fonte: [ Folha Online ]
Bolívia lança refrigerante de folha de coca
Meneses mostrou um modelo da garrafa à imprensa local e afirmou que o governo apoia este projeto apresentado pelos produtores da folha de coca da região do Chaparé, no departamento (equivalente a Estado) de Cochabamba, no centro do país.
"Trata-se de uma iniciativa privada para produzir um energizante com a folha de coca. Mas nos interessa, como Estado, a industrialização da coca", disse Vázquez.
A intenção do governo do presidente Evo Morales seria formar uma empresa mista com alguma empresa privada, informou a imprensa local. Vázquez lembrou que já existem na Bolívia chás, doces e licores confeccionados com este produto.
Preocupação
A folha de coca é definida como "sagrada" pelos indígenas que tradicionalmente a utilizam em rituais ou para consumo.
No entanto, segundo dados das Nações Unidas, a área de cultivo do vegetal, que também pode ser usado para a fabricação de cocaína, teria aumentado no país nos últimos tempos.
Atualmente a produção da folha de coca no território boliviano desperta preocupação tanto de autoridades brasileiras como americanas.
A Polícia Federal brasileira estima que 80% da pasta de cocaína consumida no Brasil seja de origem boliviana. Mas o governo afirma que o combate à plantação ilegal aumentou.
Combate às drogas
Nesta quinta-feira, Morales criticou a decisão dos Estados Unidos de não ter prorrogado a Lei de Preferências Tarifárias Andinas e Erradicação de Drogas (ATPDEA, na sigla em inglês) para a Bolívia.
Em comunicado divulgado nesta semana, a Casa Branca informou que prorrogará a medida até dezembro de 2010 para Peru, Colômbia e Equador. Mas afirmou que a Bolívia "deve melhorar a cooperação" no combate às drogas antes de voltar a ter o privilégio econômico.
"É uma vingança política de um governo que não aceita que um país pequeno defenda sua soberania e expulse um embaixador que se meteu nos nossos assuntos internos", disse Morales.
A ATPDEA beneficiava, principalmente, o setor têxtil, entre outros, exportados para o mercado americano.
Evo Morales expulsou, em 2008, o embaixador americano e a agência da DEA do país, argumentando que estes teriam participado de um "complô" contra seu governo.
O retorno da DEA à Bolívia seria, segundo Morales, uma condição dos Estados Unidos para devolver as preferências à Bolívia.
"Mas a DEA não voltará à Bolívia. E não aceitamos essas condições e imposição", disse.
O líder boliviano reconheceu que caiu o nível de exportações ao mercado americano, mas afirmou que este aumentou "mais ainda" para a Venezuela.
Arquivo
Marcadores
Estatisticas
Acerca de mim
- Luis Guerreiro
- * Integrando a equipe de preparação dos vários Detoxes de Tony Samara - Portugal - 2009
- * Consultor de Alimentação Viva do Spa Natural Alma Verde - Foz do Iguaçu-PR - Junho, Julho 2008.
- * Apresentação de pratos vivos - 23º Congresso Internacional de Educação Física - FIEP 2008 - Foz do Iguaçu/PR
- * Consultor e Árbitro da FDAP - Federação de Desportos Aquáticos do Paraná - Novembro de 2007 a Maio 2008 - Foz do Iguaçu-PR
- * Criação do Instituto IDEIAS - Foz do Iguaçu - Outubro de 2007.
- * Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação. - IPEC. Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso de Ecovilas e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso. Início: Outubro de 2007.
- * Curso de Alimentação Viva- Restaurante Girassol - Ros Ellis Moraes (nutricionista) e Jacqueline Stefânia (nutricionista) - Agosto de 2007 - Brasilia-DF
- * Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação.
- IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Actuação: Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso do SEBRAE e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso - Agosto de 2007. Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
- * Administração dos Serviços de Alimentação.
- IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Atuação: Curso Bioconstruindo - administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os dias de curso.
- BIOCONSTRUINDO - Julho 2007 - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
- * Palestra sobre Alimentação Viva - Maçonaria - Julho 2007 - Belo Horizonte-MG - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
- * Oficina de Alimentação Viva "Nutriviva" com a Nutricionista Jacqueline Stefânia Pereira e a professora de Hatha Yoga, Ana Virgínia de Azevedo e Souza - Junho 2007 - Belo Horizonte -MG
