História da Maconha
A Maconha era usada como comida na China.
Tecidos feitos com a erva foram usados na China. Foram encontradas fibras de maconha neste período e também no Século I na Turquia.
Primeiro registro da maconha sendo utilizada pela medicina como fármaco. Em diversas partes do mundo a humanidade tem utilizado a maconha para curar os mais diversos problemas de saúde.
A maconha é cultivada na China para alimentação e vestuário. Suas fibras eram utilizadas para se tecer os mais finos panos.
A planta da maconha é citada no Atharva Veda, livro sobre medicina sagrada para os hindus, como uma das 5 ervas mais sagradas da Índia. Era usada na medicina e em rituais de oferenda para Shiva.
O Zend-Avesta, livro sagrado para a religião persa , composto por diversos volumes, se refere à maconha como um bom narcótico.
Tribos bárbaras deixam folhas da erva em tumbas como uma oferenda aos mortos.
As tendas dos bárbaros eram decoradas com folhas de Cananabis.
A erva é introduzida no norte da Europa pelos bárbaros. Uma grande quantidade de folhas e sementes da planta datada desta época foi encontrada próximo a Berlim na Alemanha.
A maconha se espalha pela Europa
O filósofo grego Heródoto registra o uso da maconha como recreativo e ritualístico .
As propriedades psicotrópicas da maconha são mencionadas no livro sobre ervas do inperador chinês Pen Ts´ao Ching.
Dioscorides menciona o uso da maconha como medicamento romano.
O romano Galeão declara os efeitos psicológicos do uso de semente de maconha.
O Talmud judeu menciona a sensação de euforia ao utilizar maconha.
Estudiosos debatem os prós e contras de se comer maconha. Seu uso é difundido pelas arábias.
Na Pérsia, o velho da montanha convocava comitivas de homens para se tornarem assasssinos. Esta lenda se desenvolveu , associando os assassinos ao uso de haxixe. Esta lenda foi descrita em diversos contos que relatavam os inebriantes efeitos da Cannabis e dos usos do haxixe.
A Cannabis é introduzia no Egito durante a dinastia de Ayyuib na ocasião em que o país foi influenciado por místicos devotos da erva oriundos da Síria.
A lenda persa do mestre sufi, o Shiek Haidar´s ok Khorasan´s declara como descoberta pessoal a Cannabis e sua subseqüente difusão pelo Iraque, Egito e Síra. Muitas narrativas da época declara que o uso da maconha é inebriante.
A monografia mais antiga sobre o haxixe foi escrita. Seus escritos, infelizmente, perdidos.
Os árabes levam plantas da erva para à costa de Moçambique na África.
O haxixe é introdizido no Iraque pelo calife Mustansir.
Durante os relatos da viagem de Marco Polo ao oriente ele relata a história dos assassinos do velho da montanha e do uso de haxixe feito pos estes. Foi a primeira vez que um relato sobre a Cannabis teve repercussão na Europa.
O otomano Emir Soudoun Svheikouuni foi o primeiro soberano a se manifestar contra o uso do haxixe para aliemntação.
Babur Nana, o fundador do império Mouro, aprende sobre o uso do haxixe no Afeganistão.
Escravos angolanos trazem brotos de Cannabis para as plantações de cana-de-açúcar no nordeste do Brasil. Os senhores permitiam que eles plantassem Canabis entre as canas e que fumassem ela durante a colheita.
O poema épico Benk u Bode, escrito por Mohameed Ebn Soleimam Foruli, de Bagdá, desenvolve uma alegoria dialética a respeito da batalha entre o vinho e o haxixe.
O uso de haxixe, álcool e ópio se dissemina pela população de Costantinopla.
Os franceses e britânicos cultivam a erva de cannavis nas colônias de Port Royal, Virgínia e Plymouth.
O haxixe se torna a principal moeda de troca entre a Ásia central e o sul da Ásia.
Napoleão dercobre o habitual uso de haxixe pelos egípcios. Ele proíbe seu uso, mas os soldados retornam a França com a tradição de seu uso.
A produção de haxixe se expande pela Rússia e China.
Antoine Sylvestre, um estudioso árabe , associa a eimológia das palavras haxixe e assassino.
Na América, a preparação medicinal da cannabis é permitida. O haxixe se encontra a venda em farmácias persas.
É inaugurado o clube do haxixe em Paris, França.
O haxixe aparece na Grécia.
Primeiro relato do fumo de haxixe na Grécia. O cultivo da erva é difundido pela região.
O governo grego proibe o uso e cultivo do haxixe.
O haxixe se torna ilegal na Turquia.
É criado, na Índia, um comitê de drogas feitas de maconha.
80 toneladas de haxixe são legalmente importadas da Ásia Central para a Índia.
É regularizado, na Ásia, o comércio de produtos que contenha álcool, ópio, cocaína, Cannabis, entre outros.
No Oriente Médio, o fumo de haxixe é extremamente popular.
A maconha se torna proibida nos estados americanos de Califórnia, Texas. Louisiania e Nova Iorque.
Metaxus, ditador grego, proíbe o uso de haxixe.
Haxixe é proibido no Egito, Grécia, Turquia e Ásia Central.
A produção libanesa de haxixe é proibida.
O uso recreativo da cannabis é proibido na Inglaterra.
Uma maconha de alta qualidade é produzida na Turquia na região de fronteira com a Grécia.
A China exporta cerca de 90 toneladas de haxixe legalmente para a Índia.
Os impostos sobre haxixe continuam sendo cobrados legalmente na índia e Ásia Central.
O governo chinês acaba com os cultivos de Cannabis, assim como seu tráfico. O haxixe produzido legalmente e ilegalmente se torna totalmente ilegal em toda a China.
Uma porpaganda produzida pelo governo norte-americano tem como objetivo evitar que jovens se utilizem de maconha.
A maconha se torna ilegal em todos os estados na América do Norte
O estoque de haxixe na China quase se esgota.
A tradição grega de fumar haxixe cai por terra.
O governo indiano considera cultivar haxixe na região da Kashemira, já que a produção chinesa sessou.
A região do Nepal se torna fornecedora de haxixe para a Índia durante a Segunda Guerra Mundial.
O consumo de haxixe continua legalizado na Índia.
O uso de haxixe floresce na Grécia novamente.
O comércio de haxixe entre Índia e China continua proibido.
Marrocos produz sua primeira leva de haxixe.
A polia turca apreende 2,5 toneladas de haxixe.
Primeiro relato da produção de haxixe no Afeganistão.
O Governo marroquino destrói todas as plantações de haxixe em sua cadeia de montanhas.
O primeiro óleo a base de haxixe é produzido na Califórnia.
O haxixe afegão se populariza
Imensos campos de Cannabis são cultivados pelo Afeganistão. Muitos anos depois, a produção desse cultivo estaria disponível à venda.
O governo do presidente norte-americano Richard Nixon estuda que o uso medicinal da maconha seja legalizado, mas o pedido é negado. Pesquisas médicas sobre o assunto dão continuidade.
Uma maconha libanesa de alta qualidade é exportada pela Europa.
A produção da variação afegã da maconha é introduzida na América do Norte.
O Nepal bane as lojas de cannabis, bem como sua exportação.
O governo afegão torna a produção e venda de haxixe ilegal.
As nações unidas criam um comitê para estudar o uso medicinal da maconha.
Algumas plantações de Cannabis ainda são encontradas pelo Nepal, apesar da proibição.
O Marrocos é um dos poucos países há ainda produzir e exportar maconha.
Haxixe é produzido na fronteira do Paquistão com o Afeganistão durante a guerra entre soviéticos e afegãos.
A qualidade do haxixe libanes decai.
Algumas levas de haxixe turco de alta qualidade aparecem no mercado.
Uma pequena produção de haxixe é feita ilegalmente na China.
Os estoques de haxixe afegões se esgotam completamente na Holanda e América.
O governo marroquino novamente destrói cultivos de Cannabis em seu território.
O uso medicinal de maconha é legalizado pelas Nações Unidas.
A maconha é erradicada totalmente do Marrocos.
A produção de haxixe ainda é feita na fronteira do Paquistão.
Amsterdam cria os coffe-shops para uso e apreciação de maconha.
O secretário de Estado da Inglaterra, David Blunkett, propõe que a maconha não seja mais classificada como droga ilegal mas seu pedido é negado.
O Canadá torna-se o primeiro país no mundo a utilizar marijuana de forma medicinal.
• Hash Marijuana Hemp Museum (Museu da Maconha)
• 10 maconheiros bem sucedidos
• Mãe dá maconha a filho de 7 anos
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Brasil testa maconha para tratar Parkinson
da Folha de S.Paulo
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.
Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.
“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.
Outro estudo com dez pacientes, que será publicado em 2010, demostrou que o canabidiol tem efeito ansiolítico contra a fobia social, que gera sintomas como medo de falar em público. Os voluntários receberam a substância uma hora e dez minutos antes de um teste que leva à ansiedade e placebo, para comparar os resultados.
Por causa desses efeitos, pacientes costumam procurar a erva, ainda que sem conhecer as propriedades dos compostos específicos, para se sentirem melhor. Estudos mostram que veteranos de guerra consomem mais maconha, assim como pessoas com transtornos psiquiátricos, em comparação com a população em geral.
“Pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo e com mania dizem que podem ouvir do médico os melhores argumentos para pararem de usar maconha, mas não vão parar porque se sentem nitidamente melhor. Mas é obviamente desaconselhável o uso não terapêutico da erva, porque pode piorar os sintomas psicóticos. É um paradoxo, porque as substâncias podem ajudar a tratar problemas, mas quem fuma não sabe o que está inalando, desconhece a proporção dos compostos”, diz Crippa.
Dificuldades
No Brasil, não há autorização para o uso terapêutico de nenhuma substância derivada da Cannabis sativa (nome científico da maconha). Mas em outras partes do mundo tanto o canabidiol quanto o TCH (delta 9 tetrahidrocanabinol) -os compostos derivados da erva mais estudados- são utilizados para tratar também dores neuropáticas, náusea e vômito causadas por quimioterapia e esclerose múltipla.
Eles são disponíveis em forma de cápsulas, spray bucal e adesivo e podem ser inalados -em alguns estados dos EUA, pacientes são autorizados a fumar maconha com teores mais elevados de TCH para tratar algum problema.
Elisaldo Carlini, psicofarmacologista e diretor do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), da Unifesp, afirma que é muito difícil importar o material necessário para pesquisas. “Em termos de lei, está tudo na estaca zero. Por aqui, não se reconhece a maconha como remédio de jeito nenhum”, diz.
Para tentar organizar o estudo sobre o uso medicinal da maconha no Brasil, o Cebrid organizará em maio de 2010 um simpósio que reunirá pesquisadores, sociedades científicas e representantes do governo.
Pesquisadores defendem a criação da Agência da Cannabis Medicinal, uma exigência da ONU para que um país possa usar clinicamente os medicamentos à base de derivados da erva. A agência seria vinculada ao Ministério da Saúde.
“Não tenho nenhuma dúvida de que a maconha é importante. No passado, foi considerada um dos principais produtos para combater dores miopáticas, chamavam-na de divindade da neurologia. Mas não se pode usar a torto e a direito sem indicação médica. O controle é importante”, afirma Carlini.
Fonte: [ Folha Online ]
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- * Curso de Alimentação Viva- Restaurante Girassol - Ros Ellis Moraes (nutricionista) e Jacqueline Stefânia (nutricionista) - Agosto de 2007 - Brasilia-DF
- * Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação.
- IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
- Actuação: Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso do SEBRAE e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso - Agosto de 2007. Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
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