quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Excesso de higiene na infância pode debilitar saúde no adulto

Estudo da Northwestern University de Chicago, nos Estados Unidos, sugere que ambientes demasiadamente limpos na infância podem aumentar o risco de inflamação na idade adulta.

«As nossas pesquisas permitem pensar que ambientes demasiadamente limpos, muito higienizados, na infância podem aumentar o risco de inflamação na idade adulta - o que, ao mesmo tempo, aumenta o risco de contrair uma grande quantidade de doenças», destacou Thomas McDade, principal autor do estudo.

A sua equipa de investigadores quis compreender melhor em que medida o ambiente afecta a produção de proteína C-reactiva (ou CRP), que aumenta em caso de inflamação, isto é, quando o corpo reage a uma infecção ou a uma ferida.

Foram analisados os dados de um estudo realizado nas Filipinas com filhos de 3.327 mulheres, nascidos nos anos 1980, desde o seu nascimento até aos 22 anos.

As crianças foram monitorizadas a cada dois meses durante os primeiros dois anos de vida e, depois, a cada quatro ou cinco anos. A higiene fazia parte dos elementos controlados (fundamentalmente para saber se conviviam com animais domésticos, como porcos ou cães), assim como o rendimento da família.

As amostras de sangue comprovaram que essas crianças filipinas tinham sofrido mais doenças infecciosas do que as americanas. Mas, como jovens adultos, o seu sangue apresentava concentração de CRP muito menor que a dos americanos da mesma idade, tendendo a mostrar que sofriam menos inflamações.

A concentração média de CRP era de 0,2 mg por litro de sangue entre os filipinos contra 1 a 1,5 mg entre os americanos.

«Nos Estados Unidos, temos tendência a pensar que devemos proteger a qualquer preço os bebés e as crianças contra micróbios e elementos patogénicos», informou Thomas McDade. «Mas, talvez, privemos as suas funções imunológicas de aportes externos importantes, necessários para guiar o desenvolvimento destas funções até a idade adulta», acrescentou.

2009-12-11

Dieta rica em antioxidantes pode melhorar fertilidade do homem, diz estudo


Antioxidantes aumentariam mobilidade de espermatozoides

Uma baixa ingestão de frutas, legumes e verduras pode levar à baixa capacidade reprodutiva do homem, segundo estudo realizado na Espanha.

Cientistas das Universidades de Múrcia e de Alicante concluíram que a presença dos chamados antioxidantes nestes alimentos melhoram a qualidade do sêmen, afetando positivamente os parâmetros de concentração de espermatozoides, e ainda sua morfologia e sua mobilidade.

Ao mesmo tempo, uma dieta à base de alimentos mais gordurosos pode produzir um efeito negativo na fertilidade masculina.

"Um estudo anterior nosso mostrou que homens que comem muita carne e laticínios gordurosos têm uma qualidade de sêmen inferior à dos que consomem mais frutas, legumes e laticínios desnatados", explicou Jaime Mendiola, da Universidade de Múrcia e principal autor da pesquisa, publicada na revista especializada Fertility and Sterility, da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva.

Suplementos

Para o atual estudo, os cientistas analisaram 61 voluntários - 30 deles com problemas reprodutivos e os demais como grupo de controle.

"Observamos que nos casais com problemas de fertilidade que chegavam à clínica, os homens com melhor qualidade seminal consumiam mais verduras e frutas - portanto mais vitaminas, ácido fólico e fibras, e menos proteínas e gorduras - do que os homens com baixa qualidade do sêmen", afirmou Mandiola.

O pesquisador admitiu, no entanto, que sua equipe ainda não chegou a uma conclusão sobre se seria suficiente para um homem com problemas de fertilidade ingerir suplementos vitamínicos, em vez de aumentar o consumo de legumes e frutas.

"Vamos realizar um estudo nos Estados Unidos, onde o consumo de suplementos é muito comum, para avaliarmos este aspecto", disse Mandiola.

Os antioxidantes são um dos grandes chamarizes das indústrias de cosméticos e suplementos alimentares, que alegam que essas substâncias têm a propriedade de combater os chamados radicais livres, moléculas de oxigênio altamente reativas que circulam pelo organismo e provocariam o envelhecimento celular.

Em queda

Cada vez mais estudos científicos indicam que a qualidade do sêmen humano e da fecundidade masculina vêm caindo nas últimas décadas.

Uma pesquisa realizada com homens europeus entre 2001 e 2008, pelo Instituto Valenciano de Infertilidade, os portugueses ocuparam o primeiro lugar da lista de qualidade do sêmen e sua capacidade de conceber um feto, seguido dos espanhóis.

Nos países do norte da Europa, como na Escandinávia, cerca de 40% dos jovens apresentam uma qualidade de sêmen inferior à recomendável para ser fértil.

"Os especialistas dinamarqueses estão estudando o assunto porque esses números são preocupantes", explicou Mandiola. "Os hábitos de vida podem estar muito relacionados com a qualidade do esperma e com os parâmetros da fertilidade em humanos."

O pesquisador lembra ainda que a comunidade médica tem feito um esforço para aconselhar mulheres grávidas a evitarem a exposição a agentes tóxicos, que poderiam afetar a fertilidade do bebê na idade adulta.

Fonte: BBC Brasil

Peso saudável ajuda longevidade, diz estudo


Excesso de peso pode levar a altos níveis de insulina no sangu
Manter um peso saudável pode ajudar as pessoas a terem uma vida mais longa ao limitar a exposição do cérebro a insulina, de acordo com com cientistas nos Estados Unidos.

Um estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos sinais de insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.

Em artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar estilo de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de insulina em seres humanos e pode ter o mesmo efeito.

Segundo especialistas, se isto for comprovado, a insulina será apenas um dos muitos fatores, tais como genes, que influenciam a longevidade.

Proteína IRS2

Pesquisas anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais sugeriram que reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue, pode aumentar a longevidade.

O mais recente estudo examinou os efeitos de uma proteína, IRS2, que transmite os sinais da insulina até o cérebro.

Ratos que tinham a metade da proteína tiveram vida 18% mais longa do que os ratos normais.

Apesar de ter peso excessivo e altos níveis de insulina, os ratos tinham maior atividade quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de glicose faz lembrar o de ratos mais jovens.

Os pesquisadores disseram que os ratos geneticamente modificados viviam mais tempo porque doenças letais, como câncer e problemas cardiovasculares, estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do sinal de insulina no cérebro, embora os níveis de insulina em circulação sejam altos.

Segundo eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que reduzam a atividade do IRS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles tenham que ser específicos para o cérebro.

Problema de peso

O chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes, em Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta alimentar saudável.

White disse que a descoberta apresenta "um mecanismo para o que a sua mãe lhe disse quando você estava crescendo - tenha uma boa dieta e faça exercício, para se manter saudável".

"Dieta, exercício e peso baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a insulina."

"Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de insulina necessária para manter a sua glicose sob controle quando você come."

"Assim, o cérebro é exposto a menos insulina."

A equipe de pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de ligações entre os sinais de IRS2 e a demência.

A demência estaria associada à obesidade e a altos níveis de insulina, de acordo com trabalhos científicos anteriores.

Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK, disse: "Este é um estudo interessante pois o trabalho feito com ratos pode sugerir que insulina desempenha um papel no processo de envelhecimento."

"Apesar disso, nós estamos examinando várias interações extremamente complexas de genes no cérebro e esta pesquisa não explicou ainda como este mecanismo pode estar funcionando."

Hunt disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando, apesar da crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os níveis de insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores envolvidos.

"Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa principal mensage, da importância de ter um estilo de vida saudável."

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070720_longevidade.shtml

Uma série de artigos sobre alimentação e gravidez, de ressaltar a importância das frutas e vegetais que é referida nos vários artigos e estudos científicos mencionados.


Coma vegetais na gravidez

O brócolis deve ser consumido por grávidas freqüentemente


Marcela Barros


Toda mãe já insistiu com os filhos: coma brócolis, é saudável... Mas nem essas mães sabem o quanto, realmente, ele faz bem à saúde. O brócolis é da família dos vegetais crucíferos, como o repolho, a couve-flor e a couve-debruxelas, que muitas pesquisas comprovam ter efeitos positivos na prevenção de doenças. E agora, mais uma descoberta: comer crucíferos durante a gravidez pode diminuir a chance de a criança ter câncer no futuro, diz pesquisa do Instituto Linus Pauling, da Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos. Filhotes de animais de laboratório cujas mães, durante a gestação, receberam indole-3-cabinol, uma das substâncias presentes nos crucíferos, tiveram um aumento significativo de proteção contra alguns tipos de câncer, incluindo o de pulmão e linfomas. Vale a pena seguir o conselho das mães e montar um prato bem verde!


Gosto por legumes e frutas começa no útero, diz pesquisa
Brócolis
Crianças aprendem a gostar do sabor de legumes ainda no útero
Os bebês podem se acostumar a comer frutas e legumes mesmo antes de nascer, com a ajuda das mães, segundo uma pesquisa publicada na edição deste mês da revista americana Pediatrics.

Segundo a pesquisa, liderada por Julie Menella, do Monell Chemical Senses Center, o gosto das frutas e legumes passa para o líquido amniótico, no útero, ainda durante a gravidez, e também para o leite materno, no período de amamentação.

A cientista afirma que as crianças "aprendem" a gostar dos legumes e frutas por serem expostas ao gosto, com freqüência, desde pequenas.

"Os sabores da dieta materna são transmitidos pelo líquido amniótico e pelo leite materno", diz. "O bebê aprende a gostar de determinados alimentos quando a mãe os ingere de maneira regular."

Cenoura e vagem

A cientista analisou como o gosto se desenvolve em bebês entre quatro e oito meses de idade.

Em uma das experiências, Menella deu suco de cenoura para mulheres grávidas e mães que estavam amamentando, e seus filhos tiveram maior propensão a gostar do vegetal quando começaram a comer sólidos.

Em outra experiência, a cientista ofereceu vagem aos bebês mais velhos, por oito dias seguidos. As mães dos bebês não comiam o vegetal com freqüência, quando grávidas ou amamentando.

Inicialmente, a aceitação não foi boa, mas, ao fim do período, três vezes mais bebês estavam comendo o alimento.

"Os bebês nascem sem gostar de sabores amargos" como brócolis ou couve de bruxelas, afirma Mennella. "Se as mães quiserem que seus filhos aprendam a gostar de vegetais, principalmente os verde escuros, elas precisam dar a eles oportunidades para provar essas comidas."

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/12/071203_brocoliutero_ba.shtml

Desejo por junk food pode passar de mãe para bebê, diz estudo
Os pesquisadores desaconselham excesso de junk food na gravidez
Mães que comem junk food durante a gravidez podem estar condenando os seus filhos a ter compulsão por adotar a mesma dieta, de acordo com testes feitos com animais de laboratório.

Pesquisadores do Royal Veterinary College, na Grã-Bretanha, descobriram que quando ratazanas grávidas são submetidas a uma dieta baseada em biscoitos, batatinha frita e doces, seus filhotes comem mais alimentos insalubres.

O estudo no British Journal of Nutrition demonstrou que o comportamento dos ratos foi "programado" no útero.

Dietistas destacaram a importância de uma dieta balanceada para futuras mães.

Os cientistas já demonstraram que, em seres humanos, dietas no princípio da vida podem, literalmente, definir nosso futuro, estabelecendo o risco de obesidade e doenças cardíacas.

Mas os mais recentes estudos sugerem que, pelo menos em ratos, comer demais dos alimentos errados na gestação de uma criança pode ser potencialmente prejudicial para o futuro dela.

As ratazanas utilizadas na pesquisa, financiada pelo Wellcome Trust, receberam uma dieta balanceada de ração - nada apetitosa, mas razoavelmente saudável - ou tiveram acesso a biscoitos, bolos, donuts, doces e batatinha frita, podendo comer o quanto quisessem.

A dieta prosseguiu em alguns ratos até o parto e, durante o período de amamentação.

Os ratos que tiveram acesso a junk food comeram mais, de maneira geral.

Seus filhotes demonstraram diferenças claras de comportamento em relação aos filhotes dos ratos que receberam ração.

Os pesquisadores sugeriram que as "substâncias químicas do prazer" liberadas pela mãe quando comia alimentos gordurosos pode ter afetado o desenvolvimento do cérebro do feto.

Neil Stickland, chefe da pesquisa, disse que "o governo está tentando encorajar hábitos saudáveis de alimentação nas escolas, mas isto demonstra que nós precisamos começar isso durante o período fetal e de amamentação".

"Futuras mães deveriam estar cientes de que gravidez e lactação não são o momento para exagerar em alimentos gordurosos ou adocicados, achando que estão 'comendo por dois'."

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070815_gostohereditario.shtml

Obesidade eleva risco de bebê com problema congênito, diz estudo
mulher grávida
Obesidade aumentaria risco de problema congênito de 3% para 4%
Mulheres que estão obesas quando engravidam têm mais chances de ter bebês com problemas congênitos, indica um estudo feito nos Estados Unidos.

A falta de membros e corações malformados são alguns dos problemas que podem ser causados pelo excesso de peso da mãe, segundo os pesquisadores da University of Texas, em Houston.

Estudos anteriores feitos em menor escala já haviam sugerido uma conexão, mas o trabalho americano é considerado o maior e mais abrangente já feito sobre o assunto.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 15 mil mães ao longo de um período de cinco anos - 10 mil que haviam tido bebês com problemas e outras cinco mil, que deram à luz crianças saudáveis.

Elas tiveram de informar aos cientistas o peso e a altura que tinham quando ficaram grávidas.

Com base nessas informações, a equipe da University of Texas concluiu que sete tipos de problemas eram mais comuns em bebês de mulheres obesas.

São condições como espinha bífida (falha na formação das vértebras na coluna do feto), anormalidades genitais e de intestino, além de atrofia ou falta de dedos dos pés e das mãos, braços e pernas.

Risco

Os pesquisadores ressaltam, porém, que embora o estudo reforce a necessidade de se manter um peso saudável, o risco de ter um bebê com problema congênito é baixo mesmo para mulheres obesas.

Kim Waller, que liderou o estudo, diz que os resultados sugerem que o risco de ter bebês com graves problemas congênitos aumenta de 3%, no caso de mulheres de peso saudável, para 4%, entre as obesas.

A equipe de Walker não tem uma explicação conclusiva sobre os resultados, que precisarão ser analisados em outro estudo. Podem ser conseqüência direta da obesidade, mas também podem estar relacionados a outros fatores, como, por exemplo, a dieta de mulheres obesas.

Para o professor Nick Wald, do Insituto de Medicina Preventiva de Wolfson, na Grã-Bretanha, os problemas detectados no estudo podem não estar relacionados ao peso da mãe.

Segundo ele, a incidência de casos de espina bífida tem sido reduzida com melhor nutrição das mães, particularmente com o acréscimo de ácido fólico à sua dieta.

"As mulheres nesse estudo podem não estar tendo uma ingestão nutricional adequada", sugere Wald. "E embora eles tenham tentado excluir o diabetes, pode ter havido muitos casos de diabetes tipo 2 que não foram detectados e se sabe há muito tempo que é um um fator de risco na gravidez."

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070807_obesidadebebes_cg.shtml

Variação acentuada de peso da mãe 'é perigosa para bebê'
mulher grávida
Ideal seria manter peso saudável antes, durante e após a gestação
Mulheres que engordam ou emagrecem muito entre uma gravidez e outra podem estar colocando a vida dos seus bebês em risco, segundo um artigo de dois médicos irlandeses publicado no British Medical Journal (BMJ).

Ao perder muito peso em um curto espaço de tempo, como muitas mães fazem atualmente logo depois de dar à luz, elas estariam prejudicando a saúde do seu próximo bebê.

Por outro lado, os especialistas advertem que um ganho acentuado de peso logo depois de ter um filho também é nocivo para o desenvolvimento de um outro feto.

Partos com o bebê morto, nascimentos prematuros, abortos espontâneos e pressão alta estão entre os possíveis efeitos de uma variação exagerada no corpo da mãe, de acordo com o alerta do BMJ.

Peso saudável

Os autores do estudo são a especialista em obstetrícia e ginecologia Jennifer Walsh, da divisão de um hospital especializado na saúde da mulher em Dublin, na Irlanda, e Deirdre Murphy, professor de obstetrícia da Universidade de Dublin.

Segundo Walsh e Murphy, as mulheres têm de tentar manter um peso saudável antes, durante e depois da gestação para dar às suas crianças um começo de vida com saúde.

"Mulheres em idade reprodutiva são bombardeadas com mensagens sobre dietas, peso e imagem corporal", alertaram.

"Há uma crescente preocupação com uma epidemia de obesidade, por um lado, e, do outro, com uma cultura que promove como desejável o 'tamanho zero', independentemente da constituição natural de uma mulher."

Os médicos dizem ainda que a gravidez é um dos períodos mais exigentes da vida de uma mulher do ponto de vista nutricional e que a oferta adequada de nutrientes é essencial para sustentar o bem-estar e o crescimento do feto.

Eles citam dois estudos que mostram os possíveis efeitos de flutuações extremas de peso.

O primeiro, feito na Suécia, consistiu em acompanhar mais de 200 mil mulheres entre 1992 e 2001 a fim de avaliar os impactos de mudanças no índice de massa corpórea (BMI, na sigla em inglês) na saúde da mãe e do bebê.

As mulheres que participaram do estudo foram acompanhadas do início da primeira gestação ao início da segunda.

A conclusão foi que o aumento de apenas uma ou duas unidades no BMI acarreta "taxas significativamente maiores" de pre-eclampsia, condição ligada à pressão alta durante a gravidez; aumento nos índices de diabetes entre as mães e maior risco de um bebê nascer com um peso acima do recomendável.

Uma pessoa com BMI superior a 25 é considerada "acima do peso"; quem tem mais de 30 já é considerado "obeso".

Um ganho de peso equivalente a três ou mais unidades de BMI aumenta "significativamente" os índices de natimortos, segundo os especialistas.

Segundo os médicos, o aumento de riscos é independente de as mulheres já estarem acima do peso.

Publicado no American Journal of Obstetrics and Gynaecology (Revista Americana de Obstetrícia e Ginecologia), o outro estudo citado pelos especialistas conclui que mulheres que emagreciam muito entre um filho e outro tinham mais chances de dar à luz prematuramente do que mulheres que aumentaram ou mantiveram seu peso.

A principal mensagem que querem passar, disseram os médicos, é que mulheres de peso médio devem evitar ganhar peso entre uma gravidez e outra.

Além disso, mulheres que estão acima do peso podem se beneficiar de uma perda de quilos antes de uma outra gravidez.

No entanto, destacam os autores, perdas de peso muito acentuadas devem ser evitadas por causa dos riscos de partos prematuros e do nascimento de bebês abaixo do peso recomendável.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070727_gravidasdieta_cg.shtml

Museu de Paris instala colmeia no telhado para produzir mel


O apicultor Nicolas Guéant no telhado do Grand Palais (divulgação)

O apicultor Nicolas Guéant no telhado do Grand Palais (divulgação)

O prestigioso Museu do Grand Palais, em Paris, instalou no telhado do prédio, próximo à Champs-Elysées, uma colmeia com 60 mil abelhas e irá produzir mel com a marcaGrand Palais já a partir de julho. Segundo a direção do monumento, a iniciativa tem o objetivo de "contribuir para a defesa da biodiversidade".

Uma segunda colmeia ocupará no início de junho o telhado do prédio, famoso por sua enorme cúpula de ferro, aço e vidro, e mais três outras serão instaladas no início de 2010.

Cada colmeia, instalada na parte plana do telhado, representa uma produção de 50 quilos de mel por ano.

O mel será vendido na loja e no restaurante do Grand Palais a partir de setembro.

Segundo a direção do museu, as abelhas vão recolher o pólen em um raio de três quilômetros em volta do Grand Palais. O museu está rodeado por inúmeros parques e jardins, como o de Tuilleries e do Palácio do Eliseu, sede da presidência.

A primeira coleta do mel Grand Palais será transmitida por vídeo no site do museu.

Como no local também funciona o Palais de la Découverte, que realiza exposições pedagógicas, o museu prevê ainda organizar atividades para o público, como instalar uma webcam para mostrar o trabalho da colmeia.

"É a nossa pequena contribuição para a biodiversidade", afirma Yves Sint-Geours, presidente do Grand Palais.

O apicultor Nicolas Guéant, que instalou a colmeia no telhado do museu parisiense, diz que "as abelhas vivem melhor nas cidades do que no campo, onde há poluição causada por pesticidas".

Segundo Guéant, "a poluição da cidade não é nada se comparada à dos pesticidas". Ele afirma que uma colmeia na cidade pode produzir 50 quilos de mel por ano, enquanto que no campo a produção é de apenas 10 a 15 quilos.

O apicultor, que teve a ideia da iniciativa, diz que estava procurando um "lugar mítico" em Paris para instalar a colmeia.

O Grand Palais, construído em 1897 para a Exposição Universal de 1900, organiza importantes exposições de arte em Paris.

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Luis Guerreiro
* Integrando a equipe de preparação dos vários Detoxes de Tony Samara - Portugal - 2009
* Consultor de Alimentação Viva do Spa Natural Alma Verde - Foz do Iguaçu-PR - Junho, Julho 2008.
* Apresentação de pratos vivos - 23º Congresso Internacional de Educação Física - FIEP 2008 - Foz do Iguaçu/PR
* Consultor e Árbitro da FDAP - Federação de Desportos Aquáticos do Paraná - Novembro de 2007 a Maio 2008 - Foz do Iguaçu-PR
* Criação do Instituto IDEIAS - Foz do Iguaçu - Outubro de 2007.
* Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação. - IPEC. Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso de Ecovilas e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso. Início: Outubro de 2007.
* Curso de Alimentação Viva- Restaurante Girassol - Ros Ellis Moraes (nutricionista) e Jacqueline Stefânia (nutricionista) - Agosto de 2007 - Brasilia-DF
* Palestras de educação Nutriconal e Administração dos Serviços de Alimentação.
IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Actuação: Aula introdutória sobre alimentação e Nutrição para participantes do curso do SEBRAE e administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os sete dias de curso - Agosto de 2007. Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
* Administração dos Serviços de Alimentação.
IPEC - Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado. Pirenópolis. Goiás.
Atuação: Curso Bioconstruindo - administração junto a uma equipe, dos serviços de alimentação fornecidos durante os dias de curso.
BIOCONSTRUINDO - Julho 2007 - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
* Palestra sobre Alimentação Viva - Maçonaria - Julho 2007 - Belo Horizonte-MG - Com Jacqueline Stefânia (nutricionista)
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